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Destaque: 18/01 |
COLUNISTAS
A educação e a iempresa – Parte 2

Por Rosalvi Monteagudo

Atualmente, as máquinas trabalham com o homem e são ferramentas indispensáveis para educá-los na moderna tecnologia, em integração com o trabalho. A tecnologia redesenha a profissão do futuro. Motivo pelo qual a educação e o treinamento devem servir de base para profissionalizar, através de uma moderna empresa pela descentralização do know-how, de acordo com a especialização do homem. A profissão muda e se transforma pela ação homem-máquina. A educação  ajuda o homem a passar além das suas limitações.

A moderna tecnologia precisa ser considerada como uma extensão do homem e gerenciá-la com ajuda das tarefas cotidianas. Com a comercialização da tecnologia e a rapidez que desenvolvem, acabam não acompanhando a necessidade humana. As mudanças são de forma constante e o homem tem que acompanhá-las. A empresa de tecnologia tem pesquisa de cima para baixo e depende da comercialização para criar mudanças, novas indústrias, e afetam o sistema escolar e a geração do emprego. É preciso mudar. A pesquisa tem de ser de baixo para cima para atender as reais necessidades da humanidade e não desta forma que estão adotando.

A educação escolar precisa evoluir e mudar  para que o homem aprenda a raciocinar de maneira lógica. O conhecimento tecnológico deve fazer parte do curriculum escolar desde agora. Encontra-se numa era de transformação. A universidade precisa mudar e passar de passiva para ativa, ensinando a pensar e a filosofia passa a ser indispensável, pois ensina a refletir. Atualmente com a internet, inteligência artificial, equipamentos com inteligência, o desemprego tem aumentado.   O trabalho passa a ser em equipe, pois a união faz a força. Isto reforça o neocooperativismo que torna mais sólido o desenvolvimento humano.

As tarefas cotidianas tendem a ser automatizadas e o raciocínio precisa ser rápido com capacidade e autonomia do eu, com conhecimento tecnológico, criatividade, lógica. Precisam urgentemente  adaptar-se ás mudanças impostas. Estas estão prejudicando a geração de trabalho, pois demitem pelas tarefas cotidianas e os trabalhadores não acompanham as mudanças,  ficam desempregados e criam problemas, pois precisam de mão especializada. O estilo de trabalho sofre modificação.  

Os desempregados estão constituindo sua empresa e dependem da comercialização para obter o lucro e sobreviver. A tendência atual é cada um ter sua empresa e arcar com todas as responsabilidades.  O trabalho está formando novos espaços e mudanças empresariais precisam ser criadas. Estamos numa fase de transformação e precisamos formar novas empresas que gerem trabalho e o treinamento venha de seu know-how e não imposto de cima para baixo. Não é o lucro seu objetivo, mais conjuntos de fatores que determinam a forma de alcançá-los. O propósito da iempresa é gerar trabalho e avaliar pela evolução da produção do cooperador/dono, gerando sobra e/ou lucro e construindo sua cultura.

É preciso criar uma política de informação, difundir a visão digital, questões regulatórias  para que a tecnologia provenha do necessário para que se tornem eficazes. É necessário compreender e dar novas formas nesta quarta revolução industrial e tecnológica e a empresa é uma delas. O monopólio da informação e da educação precisa acabar.

 

(Foto: reprodução)

 
Rosalvi Monteagudo

É escritora, formada pela USP e pós-graduada em informática e cooperativismo.

   
 
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