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O Que É: Economia solidária, novas regras - Parte 2

Por Rosalvi Monteagudo

Os empreendimentos  da economia solidária buscam o bem-estar das pessoas que tem como base o consumo e forma o potencial humano, através do desenvolvimento social e tem como objetivos o seguinte:

 “- Controle coletivo dos meios de produção,  distribuição, comercialização e crédito;

 - Gestão democrática transparente e participativa dos empreendimentos econômicos e/ou sociais;

- Distribuição igualitária das sobras e/ou perdas econômicas dos empreendimentos.”

A economia solidária, novas regras é uma forma de renovar para gerir o capital e o social através das atividades econômicas de  produção, distribuição, consumo, poupança, crédito; repensa a relação com o lucro e/ou sobra, organizando a autonomia financeira. É um meio de educar e compartilhar os recursos humanos, econômicos e materiais de maneira que a desigualdade seja reduzida.

A economia solidária é uma alternativa para a geração de trabalho e renda, além de meio de inclusão social. As iempresas são organizadas pela autogestão e encontra a solução nas variadas práticas econômicas, como nas cooperativas, clube de trocas, etc...

A desigualdade ocorre por mais que queiram evitar, mesmo que educando, treinando e informando, apesar de que a iempresa se desenvolve pelo capital produtivo, ou melhor, know-how cuja avaliação é pelo controle de qualidade, após a produção, e busca-se a igualdade intelectual que é refletida na produção, serviços ou produtos. Não há diferença entre o trabalho manual e o intelectual, pois todos terão a qualificação em suas especialidades, pois na iempresa organizam-se as funções das empresas em cooperação e parceria, cada uma com sua especialidade.

Na economia solidária a desigualdade social é submetida à redução, a médio e longo prazo, enquanto a desigualdade econômica é resolvida por repensar a relação com o lucro, ou melhor, sobra. Para que não haja desigualdade entre as empresas é preciso que o sistema da cooperação guarde uma porcentagem mensal do valor das empresas ganhadoras para colaborarem com as mais frágeis, evitando a desigualdade econômica.

Portanto a economia solidária encontra uma determinada situação para produzir, vender, trocar que compreende práticas econômicas e sociais que tem como base os empreendimentos solidários.

A economia solidária, novas regras é uma organização com adesão livre e democrática. É implementada, via software, através de uma empresa virtual, iempresa. É uma ação  útil às cooperativas, ONGs, OSCIPS, telecentros, infocentros, etc. É uma inovação socioeconômica a partir de estudos de revisão e criação de novas  regras, aos Princípios Cooperativistas.

À guisa de esclarecimento a economia solidária, novas regra para implementá-la cria uma empresa cujo objetivo é constituir as disposições necessárias  para as diversas funções de uma moderna iempresa, organizada via software livre em interdependência com o mercado, para gerar trabalho e acabar com o desemprego.

A função social da iempresa é gerar trabalho, serviços e/ou produtos. As ações comuns são pelo valor do know-how em equidade com o controle de qualidade dos valores preestabelecidos no mercado. As novas regras serão processadas, via software, para organizar a autonomia financeira da iempresa e interagir entre as áreas de atuação locais e ação global.

A interdependência entre o software e o mercado é através da integração, autonomia financeira que é o baluarte para sustentar a organização da iempresa, junto com a gestão e o controle democrático, para decisão final numa proposta para a democracia econômica, tornando-a auto-sustentável.

 

(Foto: reprodução/Internet)

 
Rosalvi Monteagudo

É escritora, formada pela USP e pós-graduada em informática e cooperativismo.

   
 
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