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Destaque: 27/11 |
COLUNISTAS
Solidariedade e a economia solidária/Covid-19

Por Rosalvi Monteagudo

Os malefícios sociais e econômicos  que a pandemia tem trazido gera problemas. Criou uma recessão em quase todo o mundo; e a economia solidária pode ser uma solução para crise.  O cooperativismo se fortaleceu na crise, como na revolução industrial quando surgiu. O momento é muito mais vulnerável devido ao covid-19 que provocou uma manifestação súbita. Centenas de empresas e pessoas que cooperam como suportes para colaborar com a mobilização social que é imensa no mundo, numa grande solidariedade. 

As novas regras dos princípios do cooperativista constituem a economia solidária, novas regras desenvolvidas como alternativa ao capitalismo de produção que busca uma forma de inserir o econômico a partir da solidariedade social que é uma alternativa ao capitalismo.

Após passar a crise em que vivemos pela pandemia do covid-19, precisa ser superada pela solidariedade socioeconômica calcada nos valores de solidariedade. A tecnologia e a logística destruíram as fronteiras e a interdependência entre os países que tem que ser repensada. Os países tem se sacrificado para dar suporte econômico para a sociedade que se encontra em quarentena, criando um problema que passa a ser social e econômico.

Atualmente com a pandemia e o isolamento do povo em casa jogam no desemprego milhões de pessoas que precisam buscar alternativas para a geração de trabalho e renda; uma das sugestões é a economia solidária novas regras em que os trabalhadores se organizam em autogestão e buscam a autonomia financeira do empreendimento, através dos valores de solidariedade. Porém, precisam da parceria com o governo, agências de fomento e de políticas públicas para criar as relações de trabalho nos valores solidários e construir um marco jurídico para a economia solidária.

No momento em que estamos passando em que a solidariedade foi despertada pelo povo tornando contemporâneo o tema, a luta dos trabalhadores informais e de desempregados necessita se organizar sob a orientação da economia solidária, novas regras.

Temos que entender o termo solidariedade tão propalado no globo, difundida num momento de caos mundial consequência da pandemia pelo covid-19. A solidariedade social é um compartilhamento entre as pessoas que têm os mesmos objetivos fundamentados na cooperação, ou melhor, na solidariedade. Esta é o saber das necessidades dos outros e o desejo de cooperar. A solidariedade não nasce com as pessoas e desde a infância é preciso educar e a doutrina da cooperação por adotá-la deve ser incluída no curriculum escolar. A solidariedade aprende-se e aprendemos nesta convivência com a pandemia.

A solidariedade é a compreensão das necessidades de um grupo. Na economia solidária; novas regras é a união de interesses, necessidades e reivindicações num valor social, meio de consciência do grupo ao quantificá-las. Além de ser também uma cooperação mútua entre duas pessoas ou um grupo.

A economia solidária é uma alternativa para a geração de trabalho e inclusão social e a solidariedade é um dos princípios. É o momento de se dar apoio ao movimento que se preocupa com a desigualdade social principalmente após o isolamento do povo que precisará reagir á crise do desemprego. Na economia solidária a produção é organizada em cooperação mútua e solidariedade social e não visa lucro, mas organiza o abuso do capital para distribuir renda.

Com o covid-19 tem sido estimulado e fortalecido a solidariedade no globo. O Brasil é um país desigual e a busca de desenvolvimento é urgente principalmente nos locais de pobreza e a economia solidária pode ser uma solução. Após esta época de crise mundial, muita coisa precisa mudar, como:

- Num momento de crise econômica as empresas perdem o capital de giro, queda na demanda provocando a inadimplência que precisa constituir um consumo solidário.

- Na Economia Solidária Novas Regras revê a estrutura das empresas e cria uma empresa virtual para gerar trabalho em cooperação econômica.

- A globalização, os países consequência da covid-19 ficarão mais fechados e terão problemas como a circulação de capitais. A proposta é globalizar o desenvolvimento social em que o know-how será importado para gerar divisas e trabalhos.

- O capital é organizado pelo país em cooperação econômica.

- As cadeias de suprimento entre os países irão mudar. O mercado interno vai buscar soluções próprias.

- As iempresas de crédito precisam fazer parte das soluções, como fornecer crédito.

- Criar a solidariedade econômica, através de cooperação econômica.

- Implementar o e-commerce.

- Constituir novos modelos para o mercado econômico-financeiro.

 

 

(Foto: reprodução)

 
Rosalvi Monteagudo

É escritora, formada pela USP e pós-graduada em informática e cooperativismo.

   
 
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