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Quando compartilhar as chaves do coração?
Geral - 06/06/2016

Nas mídias sociais, faz muito sucesso um post que diz: “Namoro é igual a emprego. Vaga tem, mas falta gente qualificada para ocupar a função”. Brincadeiras à parte, o namoro é um período de descobertas e também de profundos sentimentos que envolvem essa maravilhosa fase da vida em que o nascer do amor faz doer corações e a paixão transforma a vida de quem ama. Dependendo da preparação de cada um e do grau de maturidade, pode deixar lembranças eternas ou frustrações difíceis de apagar. Será sempre uma experiência inédita. Não há faculdade para o namoro.

A capacidade de amar e de nos apaixonarmos nos acompanha desde o nascimento. Foi colocada por Deus em nós. É parte de nossa natureza o desejo de nos completar em companhia de outra pessoa, compartilhando sentimentos e sonhos, angústias e dores. E não há idade para o nascer desse amor, nem tempo e lugar, cor e raça, riqueza e pobreza, cultura e ideologia. Ele simplesmente chega a partir de um abraço, de um olhar. E nos envolve e transforma. Fonte inesgotável de canções, romances e poesias, presente nos antigos bilhetinhos ou nas atuais mensagens eletrônicas, materializado numa flor ou num beijo, o amor sintetiza toda a beleza da criação. A um só tempo é vida e fonte de vida.

O amor, em todas as suas dimensões, é um dos temas prediletos do mestre japonês Ryuho Okawa, fundador do movimento religioso Happy Science (Ciência da Felicidade). Está presente na maioria de seus livros, aconselhando as pessoas a se empenharem para ser um par perfeito e deixando orientações sobre como devem agir para se libertar do “amor possessivo”.

Namoro: tempo de mútuo conhecimento – No livro “A Mente Inabalável” há mensagens que tocam profundamente. Em uma delas, diz que “a origem de quase todas as ansiedades na vida pode ser encontrada na noção de valores de uma pessoa. A ansiedade geralmente surge do medo que a pessoa tem de não ser tão valorizada pelo outro como gostaria. Por exemplo, quando uma pessoa se apaixona, tem medo de ser rejeitada...”

Em outro trecho, o mestre ensina que “a alma se fortalece tanto em tempos felizes como na adversidade... Há pessoas que sofrem durante anos por uma desilusão amorosa. Talvez pensem que a pessoa amada era maravilhosa e que, embora elas tenham feito tudo o que podiam por essa pessoa, seu amor não foi recompensado. Continuam com o coração partido por quatro, cinco anos, acreditando que nunca irão se curar. Embora a pessoa possa achar que o ser amado era uma das criaturas mais bonitas do mundo, o objeto de seu amor, quase sempre, é perfeitamente comum aos olhos dos outros. Em geral, a pessoa tende a idealizar o outro em uma fantasia, magoa-se por causa da própria obsessão e, então, deixa-se levar pela autopiedade”.

Namoro é tempo de mútuo conhecimento e desilusões amorosas são frequentes nesse período da vida. Mergulhe sem medo, mas consciente das pedras pontiagudas que podem se esconder sob as águas de uma paixão. Ame sem restrições, mas desconfie da ausência de sonhos e de compromissos para o ‘construir juntos’. A paixão é humana e o verdadeiro amor é também divino. Escolha a hora certa de trocar as chaves entre os dois corações.

Poder transformador do amor – No livro “Convite à Felicidade”, Okawa nos fala do poder transformador do amor altruísta. “Todo dia, podemos decidir dar algo aos outros, como forma de agradecimento e retribuição pelo amor que nos foi oferecido ao longo da vida... O amor que damos é diferente daquele que recebemos. O ‘amor que se dá’ é uma manifestação altruísta do desejo de doar. Em contrapartida, o amor que cobramos dos outros é um apego – um desejo em favor de si mesmo, pensando em se proteger e controlar. Esse tipo de amor é uma tentativa de manter as outras pessoas presas a nós e de privá-las de sua liberdade. Não é um amor real ou duradouro. Um amor generoso, não egoísta, um amor altruísta, provavelmente irá inspirá-lo a dar dinheiro e presentes a alguém que você ama. Mas, se você estiver tentando prender a outra pessoa a você, então não importa quanto dinheiro ou presentes você dê, pois na verdade estará cobrando esse amor da outra pessoa. É por isso que o amor desaparece quando esperamos algo em troca por aquilo que estamos dando, pois não se trata de amor de verdade. O verdadeiro amor é desprendido, não espera nada em troca, deixa as pessoas livres.”

Que todos os namorados entendam e vivam essa infinita dimensão do amor.

 

Texto de autoria de Kie Kume, gerente geral da IRH Press do Brasil, editora dedicada à publicação em português da obra do mestre Ryuho Okawa

 

 

 

(Foto: reprodução)

 

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