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Rede de drenagem rompe e provoca erosão em Mococa
Cidade - 17/06/2016

O portal de notícias da Globo, g1.globo.com, G1 São Carlos e Araraquara, está informando que uma erosão no Clube da Adecon, no Jd. Santa Amélia, em Mococa, provocada pelo rompimento de rede de drenagem, tem causado transtornos e atingindo uma área de preservação permanente:   

“Uma erosão no Clube da Adecon, no Jardim Santa Amélia, em Mococa (SP), tem causado transtornos para quem frequenta o local e para os moradores da região. O estrago foi causado pela rede de drenagem de um loteamento que não suportou a força das chuvas dos últimos meses e o caso foi parar na Justiça.

O espaço era a área de lazer da Associação de Defesa dos Direitos do Consumidor de Mococa (Adecon), mas foi tomado por um buraco quem tem pelo menos 100 metros de extensão e cinco de profundidade, e atinge uma área de preservação permanente. Procurada, a prefeitura informou que a rede de drenagem será refeita.

Canalização até o riacho – De acordo com moradores e usuários, o problema começou há cerca de três anos, mas se agravou com a chuva dos últimos meses.

"Quando fizeram o loteamento, fizeram essa boca de lobo e essa canalização até o riacho. Ocorre que lá no final, no riacho, essa erosão começou a vir avançando durante esse tempo. Conforme as chuvas mais fortes, a erosão foi aumentando até chegar a essa situação em que se encontra agora", afirmou o presidente da Adecon, Gilson Aluísio Dias.

Além de a erosão ter levado embora a área verde, o buraco que ficou representa um risco para os usuários do clube. Por conta disso, a Adecon procurou a Justiça, que determinou que a prefeitura faça uma obra para conter a erosão.

Drenagem será refeita – Uma parte do buraco foi preenchida com terra e entulho de construção e, segundo o diretor do departamento de Obras, a rede de drenagem será refeita.

"É uma estrutura em concreto para que ocorra esse choque com a água, com o muro onde eu tiro essa força da água. Tem uma rampa de mais ou menos 90 metros que já ganha força e aí eu quebro essa força da água com esse muro de concreto para eu levar essa água de maneira natural, sem causar erosão ou carreamento de solo até o córrego”, disse Eduardo José Leonhoardt.

 “A gente pretende, até o final do mês, estar finalizando essa obra porque a gente tem uma linha de 80 metros de tubo, tem que executar o dissipador e fazer o reaterro", acrescentou.

Inquérito instaurado – O Ministério Público instaurou um inquérito civil para apurar se há risco para os usuários da associação e se houve dano ao córrego e também à área de preservação permanente.

"Esse eventual causador pode voluntariamente reparar o dano por meio do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) ou, não sendo o caso, voluntariamente reparar esse dano ou o Ministério Público pode ajuizar uma ação civil pública para que obrigue quem for o responsável por causar esse dano a repará-lo", disse o promotor Guilherme Schlittler Oliveira”.

 

 

 

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Permitida a reprodução apenas se citadas a fonte e autoria: g1.globo.com, G1 São Carlos e Araraquara

 
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