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Mococa entre as 50 cidades melhores do País para envelhecer, revela pesquisa
Cidade - 07/11/2020

O Instituto de Longevidade Mongeral Aegon está anunciando o resultado do Índice de Desenvolvimento Urbano para Longevidade, o IDL 2020, que aponta que os 876 municípios analisados, onde vivem 160 milhões de pessoas, não estão adequados para a longevidade de suas populações. Segundo os organizadores do estudo, que utilizou metodologia da Fundação Getúlio Vargas, o IDL 2020 “se baseou em 50 indicadores divididos em sete variáveis: Cuidados de Saúde; Bem-Estar; Finanças; Habitação; Cultura e Engajamento; Educação e Trabalho; e Indicadores Gerais;” com o objetivo de apontar, de forma clara e objetiva, os pontos positivos e negativos dessas cidades para que gestores, governantes e representantes da sociedade civil possam pensar em ações efetivas que promovam o aumento da longevidade com qualidade de vida e dividiu as cidades em duas categorias: Cidades Grandes (com mais de 100 mil habitantes) e Cidades Pequenas (com menos de 100 mil habitantes).

De acordo com o IDL 2020, na categoria “Cidades Grandes”, São Caetano do Sul é a cidade brasileira mais bem preparada para que sua população viva mais e melhor, seguida de Santos, Porto Alegre/RS, São Paulo, Florianópolis/SC, Niterói/RJ, Rio de Janeiro/RJ, Atibaia, Catanduva e Americana.

Já na categoria “Cidades Pequenas”, o IDL 2020 apontou Adamantina como a cidade brasileira mais bem preparada para o envelhecimento de seus habitantes, seguida de Vinhedo, Lins, São João da Boa Vista, Itapira, Tupã, Fernandópolis, Votuporanga, Dracena e Esteio/RS.

O Instituto de Longevidade Mongeral Aegon é uma instituição sem fins lucrativos que tem a missão de discutir os impactos sociais e econômicos do aumento da expectativa de vida no País.

Mococa no IDL 2020 – Segundo os indicadores do IDL 2020, Mococa classificou-se em 48º no ranking agregado da categoria “Cidades Pequenas” (45º lugar: para idade 60-75 anos; 65º lugar: para idade mais de 75 anos), ficando entre as 50 melhores cidades do País para envelhecer. O município se destacou nos indicadores Número de psicólogos (8º lugar; nota: 80,67) e Cobertura municipal do CAPS – Centro de Atenção Psicossocial (9º lugar; nota: 70,21), ficando entre as dez cidades brasileiras nestes quesitos. Contudo, tem vários desafios a enfrentar, como nos indicadores Condomínios residenciais para idosos (83º lugar; nota: 0,00), Hospitais com unidade de neurocirurgia (de emergência) (192º lugar; nota: 0,00) e SESCs (464º lugar; nota: 0,00).

Na comparação com a última edição do IDL, apurado em 2017, Mococa caiu de colocação, já que ficou em 45º no ranking agregado (60º lugar: para idade 60-75 anos; 46º lugar: para idade mais de 75 anos), mas o estudo aponta que o município apresentou evolução nas áreas de - Educação e Trabalho, - Finanças e - Indicadores Gerais; e regressão nas áreas de - Habitação, -Saúde, - Bem-Estar e - Cultura e Engajamento.  

 

 

(Foto: www.ferias.tur.br/divulgação)

 

 

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Permitida a reprodução apenas se citadas a fonte e autoria: www.mococa24horas.com.br

 
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