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Mocoquense inventa sistema para limpeza de sanitários
Cidade - 02/02/2015

O portal de notícias da Globo, g1.globo.com, São Carlos e Araraquara, está informando que um mestre de obras de Mococa, Edson Morija, inventou um sistema para facilitar a limpeza de vasos sanitários. O texto é da jornalista Stefhanie Piovezan:

O mestre de obras Edson Morija, de Mococa (SP), desenvolveu um equipamento para facilitar a limpeza de vasos sanitários e, de quebra, realizou o sonho de ter sua própria invenção. "Comecei como pedreiro quando tinha 15 anos. Hoje faço projetos de casas e os engenheiros assinam. Queria mostrar que era capaz de criar alguma coisa", contou.  

A ideia começou a ganhar forma há dois anos. "Já tinha o projeto na cabeça e demorei três meses para desenvolver. Fui comprando as peças separadamente, gastei entre R$ 200 e R$ 300", afirmou Morija, que escolheu o vaso da própria casa para testar o dispositivo.

O item fica entre a válvula e a louça e conta com um dosador de desinfetante programado para liberar o produto em um intervalo mínimo de cinco minutos, evitando desperdício da substância de limpeza em descargas sequenciais.

"Ele limpa tudo por dentro do vaso porque o desinfetante sai junto com a água. Com ele não é preciso colocar a mão na bacia, é só encher o dosador e acabou", explicou, orgulhoso dos resultados.

Ele ressaltou que a invenção pode facilitar e agilizar a manutenção de banheiros de locais com grande fluxo de pessoas, como hospitais, além de garantir a economia de desinfetante por liberar uma quantidade pré-definida do produto.

"Eu precisava ficar jogando o desinfetante na bacia. Agora é mais fácil, não preciso jogar e nem usar pedra sanitária. Gastava dois litros de desinfetante por mês, agora uso um", afirmou. "As visitas gostam e querem encomendar, mas não temos nenhum para vender, só o nosso", completou.

Produção - "Quem tem dinheiro consegue colocar em prática, mas eu não tenho essa possibilidade. Sou pobre, queria vender o projeto, achar uma empresa interessada em produzir", disse Morija.

Ele entrou em contato com empresários do município, mas não encontrou um interessado. "Nunca tinha visto. Achei a ideia legal e sugeri que ele registrasse a patente e procurasse grandes empresas", relatou o diretor da incubadora da cidade, Flávio Donizeti Campi.

O mestre de obras seguiu o conselho e, com a patente em mãos, continua em busca de interessados, que podem contatá-lo pelo e-mail edson.morija@hotmail.com ou pelo telefone (19) 3665-7446”.

 

(Fotos: g1.globo.com/divulgação)

 

 

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